E a União Europeia vai bem, né?

Uma propaganda veiculada na União Europeia foi retirada do ar após gerar protestos e reações negativas. O comercial foi acusado de promover estereótipos, xenofobia e até racismo. O roteiro mostra uma mulher branca vestida como a personagem principal do filme kill Bill , usando um uniforme nas coresamarelo e azul (as cores da UE).

Três lutadores: um de kung fu, um de capoeira e outro de kalaripayattu, arte macial indiana invadem o galpão e ela se sente ameaçada. Nenhuma palavra é dita, mas as referências a China, Brasil e Índia são claras (com direito a samba na entrada do Brasil).

Sob o slogan ‘The more we are, the stronger we are” (“Quanto maior nosso número, maior nossa força”), o vídeo foi acusado de perder o tato no tratamento que escolheu dar aos estrangeiros, além de mandar uma mensagem política muito clara: BRICS e UE não são aliados.

A comissão da União Europeia se explicou dizendo que “o vídeo mostra personagens típicos de gêneros de artes marciais: kung fu, capoeira e kalaripayattu; ele começa com uma demonstração da habilidade deles e termina com todos os personagens mostrando seu respeito mútuo, em uma posição de paz e harmonia”.

Muito irônico para quem no momento, sofre uma das maiores crises econômicas da história, não só por um país. O que Espanha, Portugal e Grécia teriam a comentar? A Europa em crise perdeu a sua racionalidade.

Vi no Exame.com

Google exibe vídeo em cadeia nacional na TV dos EUA com apoio à causa gay

Em apoio ao projeto It Gets Better, que combate o preconceito a jovens gays, o Google veiculou um vídeo com dicas de como as pessoas podem participar do movimento enviando seus próprios vídeos ao site. O apoio foi ao ar no intervalo do seriado Glee, da Fox, demonstrando suporte em cadeia nacional ao projeto, fato que nunca havia ocorrido desde que o jornalista Dan Savage começou uma campanha através do YouTube. Ponto para o Google.[fonte]

Atualmente mais de 5 mil vídeos já foram criados a divulgar esta mesma mensagem. Celebridades, de Chris Colfer do Glee ao presidente Barack Obama uniram-se à causa e até empresas como a Pixar, Google e Facebook já deram o seu apoio, mostrando o poder de uma boa causa para mobilizar o user generated content.

Confira o vídeo: