Você e seu cliente andam fazendo a lição de casa direitinho nas redes sociais?

Via Why Digital

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Super Bowl 2012: a espera pelos melhores comerciais do ano

Muita gente não sabe o que é o Super Bowl. Como eu sou bem boazinha, vou explicar o que é. O Super Bowl nasceu de uma fusão entre as 2 maiores ligas de futebol americano em 1966 a National Football League e a American Football League, é a final da liga nacional de futebol. Deu pra entender porque o Super Bowl é o evento mais esperado pelos americanos e all world around, né?

Aí que entra a publicidade e o marketing. A enorme audiência trouxe ao futebol americano a influência do consumo e atuação das grandes mídias, transformando o esporte no maior centro da comunicação mercadológica mundial. Um spot de 30 segundos – cerca de 3,5 milhões de dólares onde o custo de um comercial de 30 segundos chegou a US$3.000.000,00.

Obviamente que as marcas resolvem lançar as ações na rede para gerar um buzz antes, durante e se bobear, depois. Alguns dos melhores comerciais do ano são divulgados durante os 30 (carrrééériiiimoss) segund0s de intervalo comercial.

Da leva de 2012, pra mim o melhor até agora foi a volta do grande Ferris Bueller, curtindo mais um dia adoidado, com a  ajuda da Honda:

Jerry Seinfeld não ficou para trás, e tirou da manga um dos episódios clássicos de “Seinfeld” – “The Soup Nazi” – para seu comercial de TV.

Claro que não poderia faltar um ataque da Pepsi, à maior concorrente, a Coca-Cola

A Coca-cola vai apostar em intereção na sua fan page, colocando os famosos ursinhos para torcer durante o jogo.

A Volkswagen aparece fraca depois do vídeo do mini Darth Vader no Super Bowl 2011. Este ano a concessionária com a história de um cão que sonha poder correr atrás de um Beetle pela rua, mas não consegue por estar gordo demais para sair de casa.

O brilhante teaser em que os cães entoam a afinados latidos a Marcha Imperial de Star Wars gerou um buzz enorme, muito maior do que o do próprio comercial.

A Sueca H&M vem com o feioso jogador David Beckham  ao som de Please dont let me be misunderstood. Ai, ai…

Depois deste último me animei bastante para assistir ao Gran Finale!

Como seria viver a vida digital nas ruas?

O comediante Nico Muhly saiu às ruas em London para divulgar seu novo show.

Nico agiu nas ruas como se estivesse online: Deu like nos objetos, postou mensagens no mural das pessoas, poke nas pessoas, follow nas pessoas e pedindo “amizade” a quem encontrava nas redondezas do London Coliseum.

Assista o vídeo:

Pepsi e a sua Social Vending Machine

A Pepsi apresentou o protótipo da sua máquina de refrigerantes a qual as pessoas poderão usar a rede social da empresa para mandar um refrigerante geladinho para amigos ou desconhecidos.

A emrpesa vai lançar máquinas de venda “social” de seus produtos que terão tecnologias como tela touch screen e os consumidores poderão utilizar crédito, além de dinheiro para efetuar o pagamento. Entretanto, a novidade mais atraente é que estas máquinas de venda utilizarão recursos das redes sociais.

Ao invés de simplesmente comprar um “refri” para si mesmo, será possível “enviar” uma bebida para outra pessoa. Digamos que você queira mandar uma Pepsi para alguém em outro prédio, é só você colocar o nome da pessoa, seu celular e uma mensagem pessoal que pode ser em forma de vídeo. O felizardo receberá uma mensagem em seu celular dizendo que tem uma latinha esperando por ele. O melhor é que o lugar onde a pessoa está nem precisa ter uma máquina dessas, porque a mensagem chega com a localização de pontos onde a pessoa pode retirar seu “presente”.

Se você quiser começar seu dia com uma boa ação, poderá ainda mandar um refrigerante para um total desconhecido por meio da função “Ações Aleatórias de Refrescância” (Random Acts of Refreshment). “Nossa missão é utilizar inovação para empoderar os consumidores e criar novas maneiras de integração com nossas marcas, com as redes sociais e com outras pessoas em pontos de compra”, disse o chefe de inovação da PepsiCo, Mikel Durham. “A ‘venda social’ expande os relacionamentos sociais dos nossos consumidores e transforma uma transação individual em uma experiência divertida que todos vão querer fazer de novo, e de novo”.

De acordo com a vice-presidente de inovação em equipamentos da empresa, Christine Sisler, “nossas estratégias de inovação são guiadas pelo que nossos consumidores querem. Nós estamos trabalhando com alguns dos melhores profissionais do ramo para desenvolver equipamentos que ofereçam customização, personalização e escolha. Nossas novas máquinas fazem tudo isso e mais, é visualmente envolvente, rápida, intuitiva e satisfatória ao usuário”.

As máquinas ainda não tem data certa para chegar ao mercado dos EUA, então, aqui no Brasil, as pessoas terão de esperar mais um pouquinho para sair distribuindo refrigerantes por aí.

Via DailyTech

GAP: nova logomarca derrubada pelos consumidores nas redes sociais

A Gap, famosa marca de roupas californiana,  anunciou em sua página no Facebook que  seus esforços para o novo design do logotipo foram derrubados, principalmente por uma corrente de críticas que veio principalmente de usuários do Facebook e do Twitter.


Na semana passada, Gap lançou um novo logotipo, que chamou de “uma expressão mais contemporânea, moderna”. Clientes  não estavam tão entusiasmados com a mudança, e então a Gap decidiu solicitar aos usuários para suas ideias de um novo logotipo. No entanto, esse curso de ação foi revertida, também.

“Ok. Nós ouvimos alto e claramente que vocês não gostaram do novo logotipo. Aprendemos muito com os comentários “, disse a empresa em sua página no Facebook. “Nós só queremos o que é melhor para a marca e nossos clientes. Então, ao invés de crowdsourcing, estamos trazendo de volta esta noite a antiga logo”. De acordo com o site da Gap, o logotipo original fará seu retorno “em todos os canais.”

A reação contra o novo logotipo da Gap (e já extinto) foi  intenso. Além dos milhares de tweets e atualizações do Facebook estado de ridicularizar a sua concepção, as pessoas encontraram outras maneiras criativas de protesto contra o novo logotipo. Uma conta  falsa no Twitter reuniu milhares de seguidores, e o logo Gap se tornou um viral.

Enquanto a mídia social não foi a única razão que a Gap se sentiu pressionada a reverter para o antigo logo, que definitivamente foi um fator importante. As mídias sociais mobilizados e espalhar a palavra sobre a mudança do logotipo. Neste caso, a empresa ouviu seus clientes e quis evitar uma reação negativa dos consumidores com proporções maiores das já tomadas.

Social Media Monopoly: O banco imobiliário das redes sociais

Eu amo Monopoly. Quando vi no Mashable que a empresa Bite adaptou o Monopoly para o Social Media eu nem preciso escrever que eu adorei, né?

A adaptação desse famoso jogo de tabuleiro para os fanáticos por Redes Sociais ficou muito legal. As cartas baseadas nas redes sçao assinadas por Mashable e Technorati e o que conta no jogo é o valor nas redes como Bing, Google, WordPress, Twitter, Facebook…

O jogo ainda não está a venda, então faça o seu download, imprima as cartas e o tabuleiro e bom jogo!

As cartas:

Web 2.0 – Interação ao alcance de todos

Nunca se interagiu tanto na internet como nos últimos anos.

O desenvolvimento recente dos recursos e tecnologias de comunicação fez com que a utilização da interatividade crescesse em todos os segmentos da sociedade. Ela está presente nos tradicionais meios de comunicação – TV, Rádio e Jornal Impresso – e é claro, também na Internet. Luciana Mielniczuk (2001) considera ser uma tarefa bastante complexa o fato de pensar a questão da interatividade relacionada à mídia, pela sua natureza e suas transformações. A autora cita três fatores como sendo determinantes da interatividade:

Primeiro, trata-se de uma ação comum que ocorre entre dois ou mais agentes. Segundo, os agentes envolvidos devem ter capacidade igualitária de ação de modo a poder influir no desenvolvimento do processo. A ação de um deve servir como premissa para a ação de outro. Terceiro, refere-se à imprevisibilidade das ações (MIELNICZUK, 2001: 03).

O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web – tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A ideia é que o ambiente online se torne mais dinâmico e que os usuários colaborem para a organização de conteúdo.

A interação no espaço da Web 2.0 permite ao usuário participar de variados níveis de interação: “como a troca de e-mails ou informações em chats entre leitores e jornalistas, a publicação da opinião dos leitores e até a possibilidade de acrescentar informações à própria notícia” (RIBAS, 2004: 04).

As novas tecnologias são interativas, hipertextuais, ou seja, elas utilizam simulações, interatividade, multilinear, multivocalidade e tempo real. Vivemos todas essas características no nosso sistema educativo atual. Nesse pré-projeto vou mostrar alguns aspectos da Internet que serão fundamentais para a explanação sobre o universo da Web 2.0, que ainda pode ser muito explorado para aplicações na educação, como nos sistemas de EAD- Educação a distância e na utilização de redes sociais voltadas ao aprendizado.

*Este texto faz parte do pré-projeto que foi desenvolvido para minha apresentação à candidatura ao mestrado Euromime – Mestrado Europeu em Engenharia de Mídias para a Educação, 2010/2012.

Direito de privacidade na Internet – Seu nome e o Google

Nos últimos dez anos, o tema “privacidade” ganhou novos significados devido a disseminação das tecnologias da informação. São essencialmente três os fenômenos que vem contribuindo para uma maior preocupação com o tema:  a estruturação de uma base de dado, que abriu a possibilidade de se cruzar informações facilmente, montando perfis detalhados de qualquer pessoa que tenha algum dado online;  a popularização da internet (e claro, do acesso à tecnologia), que culminou com a inclusão digital, estimulando praticamente a todos a manterem as suas informações online; e, finalmente, a padronização de equipamentos e sistemas, o que facilitou a aquisição de informações mantidas por usuários de informática, inclusive sem o seu conhecimento. Basta dar um Google e você terá acesso a praticamente tudo o que cita seu nome online.
Até onde vai o direito à privacidade na Internet? A nossa Constituição Federal estabelece, como direito básico da pessoa o direito à
privacidade:

“Art. 5º …………………………………………………………………………………………………………………………………….
………………………………………………………………………………………………………………………………………………..

X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito
a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;
…………………………………………………………………………………………………………………………………………=….”.

Nada como a exposição que a internet nos proporciona. A rede é mundial e o fato poderá ser divulgado em escala nunca antes alcançada por outros meios de comunicação de massa.

A  maioria das pessoas não tem a noção exata do que acontece quando postamos uma simples foto com os amigos em um site de relacionamentos. Eu mesma não tinha até um tempo atrás. Dei um Google no meu nome e até foto de biquíni minha apareceu. Consegui com que a pessoa deletasse. O Google acaba sendo o seu currículo online não autorizado. E um possível contratante ao ver isso, de certo vai desistir de você.

Entrei em contato com o administrador do site Gosto de Ler para deletar um antigo perfil. Minha reação à resposta do indivíduo foi de raiva. Ele simplesmente respondeu: “Infelizmente não tem como”. Como não tem como? Qualquer site é obrigado a apagar informações pessoais se o usuário pedir. Enviei outro email e estou aguardando que eles o façam.

A privacidade deve ser estendida ao direito de controlar de que forma as informações sobre você serão usadas por outros. Não se esqueça de checar o controle de privacidade de suas páginas na internet. Caiu na rede, é peixe.