E-commerce ao redor do mundo

Como nós gastamos o nosso dinheiro online?

Nos últimos anos, a internet transformou nossas vidas, especialmente nas formas de comprar bens e serviços. A fim de saber mais sobre como a internet forma os consumidores, a empresa de medição e informação global Nielsen Company realizou uma pesquisa no ano passado,entre mais de 27.000 usuários de internet em 55 países-mercado da Ásia-Pacífico, Europa, Oriente Médio, América do Norte e América do Sul .

A pesquisa analisou o que as pessoas  pretendem comprar, como, qual o impacto dos meios de comunicação e outros fatores que afetam o modo como as pessoas decidem gastar seu dinheiro. O estudo demonstrou que existem alguns produtos comprados online que são universais, enquanto outros ainda tenho de construir uma parte significativa do comércio.

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Web 2.0: um universo que precisa ser mais explorado pela educação

A Internet e seu uso na Educação*

Porque as tecnologias não são tão exploradas na educação? Sabe-se que no Brasil, o governo trabalha arduamente em um projeto de Inclusão Digital, voltado a população sem recursos financeiros.

Vivendo na cibercultura torna-se necessário considerar a posição de Castells (2003) ao se referir à Internet como a transformação tecnológica que resume o conjunto de transformações da sociedade da informação, ressaltando que tudo que é significativo hoje passa pela Internet e que as pessoas que não têm acesso a ela permanecem excluídas do que é importante, assim sendo, não se pode aceitar que o professor permaneça afastado da Internet e que esta tecnologia não esteja presente na sala de aula da cibercultura.

De acordo com pesquisa[1] realizada pela Intel[2] entre as classes A, B e C, confirma que a principal razão para ter um computador pessoal em casa é a educação, considerada como resposta única. Mas em conjunção com outras respostas, navegar na Internet e se comunicar ganham importância similar.

O Programa Inclusão Digital [3]– PSID, desenvolvido pelo Governo Brasileiro, busca promover a inclusão digital e social das comunidades excluídas do universo das Tecnologias da Comunicação e Informação, chamado pelo Governo pela sigla TCI. Este programa facilita o crédito aos brasileiros que querem adquirir um computador pessoal.

A interatividade cada vez maior dos meios de comunicação exige o desenvolvimento de habilidades específicas as pessoas que dela fazem uso. Caso contrário, aparecerá uma nova forma de exclusão social: o analfabetismo dos meios de comunicação. Tendência para os próximos anos, já que, segundo a pesquisa citada acima, 80% dos que responderam já ouviram falar sobre a Internet, mas não sabem muito sobre a Web.

Educação versus os aspectos da Web

A educação com hipertextos possibilita ações de decisão ao estudante, que é o responsável pela seleção e produção de caminhos (através dos links) e de informações. Não que a escola leve a exclusão, os textos lineares com que trabalha tradicionalmente, mas uma associação maior, a este sistema, de outras linguagens tecnológicas e comunicacionais que permitam ao usuário (no caso o aluno) a seleção, busca e mixagem de informações, de situações de aprendizagem e, conseqüentemente, o diálogo com a realidade atual.

Interatividade e participação. Essa relação com a Web 2.0 permite ao usuário assumir o papel de sujeito. Para Gutiérrez Martín (2002), os novos sistemas multimídias são quase humanos, pois possibilitam uma relação próxima de diálogo e comunicação exclusiva dos indivíduos. Um aluno não consegue se relacionar com os textos dados em sala de aula da mesma forma o qual ele interage com as redes sociais o qual freqüenta. As redes sociais o permitem realizar a interação com os amigos virtuais e ser sujeito da situação. O usuário é estimulado a querer participar, a discutir e compartilhar as descobertas com os amigos.

Assim como as ferramentas da Web 2.0, as redes sociais oferecem um imenso potencial pedagógico. Elas possibilitam o estudo em grupo, troca de conhecimento e aprendizagem colaborativa. Uma das ferramentas de comunicação existentes em quase todas as redes sociais são os fóruns de discussão. Os membros podem abrir um novo tópico e interagir com outros membros compartilhando ideias. O aluno pode ser estimulado pela possibilidade de formar e  trocar conhecimentos online.

Hipertextualidade. O hipertexto das redes sociais é estruturada em nós, com abundância de informações, imagens, janelas, caminhos e linguagens que os textos escolares não possibilitam. O texto virtual permite associações, mixagens, e faz com que o usuário tenha diferentes opções de escolha, seja sujeito em busca da complexidade de informações/caminhos que, na maioria dos processos escolares, não é usual. A complexidade do mundo moderno não está presente nos ensinamentos da sala de aula.

As relações de causa e efeito, a aprendizagem tem significação diferente quando o aluno é usuário das plataformas digitais. Ele busca vencer imprevistos o qual ele está acostumado na Web, descobrir alternativas que o tornem mais competente em suas escolhas e decisões.

Assim como as ferramentas da Web 2.0, as redes sociais oferecem um imenso potencial pedagógico. Elas possibilitam o estudo em grupo, troca de conhecimento e aprendizagem colaborativa. Uma das ferramentas de comunicação existentes em quase todas as redes sociais são os fóruns de discussão. Os membros podem abrir um novo tópico e interagir com outros membros compartilhando ideias. O aluno pode ser estimulado pela possibilidade de formar e  trocar conhecimentos online.

Apesar desse domínio pela grande maioria das crianças e jovens, acredito ser responsabilidade da escola auxiliar no entendimento e reflexão sobre o que está presente nas mensagens tecnológicas, encaminhando a percepção do que está por trás das linguagens, na maioria das vezes, ícones. A escola, assim, possibilita que os alunos, “agentes sociais por natureza, mergulhem na realidade das imagens/mensagens, procurando, primeiramente, compreendê-las pelas experiências, para depois proceder ao distanciamento reflexivo e pensar sobre elas” (Porto, 2000,p. 130).

Por Polyanna Rocha

*Este texto é uma parte do pré-projeto que foi desenvolvido para minha apresentação à candidatura ao mestrado Euromime – Mestrado Europeu em Engenharia de Mídias para a Educação, 2010/2012.


[1] Disponível em http://www.estadao.com.br/arquivo/tecnologia/2006/not20060529p70371.htm

[2] Intel é marca registrada da Intel Corporation ou suas subsidiárias nos Estados Unidos e outros países. www.intel.com

[3] Disponível em www.inclusaodigital.gov.br/

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