A magia do QR Code

O QR Code – Quick Response Code (ou Código de Barras em 2D), é uma matriz ou código de barras bi-dimensional, criado em 1994. O QR Code já foi tema de videoclipe da banda inglesa Pet Shop Boys em 2003 e desde 2008 é aposta no jornal soteropolitano A Tarde.  

No Brasil, o primeiro anúncio publicitário a utilizar o código QR foi publicado pela Fast Shop em dezembro de 2007. Mais tarde a Nova Schin publicou um anúncio com o código em junho de 2008 e a Claro fez uma campanha utilizando o Código QR em novembro de 2008.A Revista Galileu da Editora Globo também aderiu QR para que o usuario tivesse acesso a informações extras atraves do seu celular. Wikipedia

Resolvi dar uma explanada sobre isso depois de ler a edição do dia 28/05/2010 do Jornal Pioneiro, do Grupo RBS. Eu já conhecia esse sistema e sinceramente não acreditava na sua popularização.

Como usar?

Para ler o código, você precisa baixar um programa específico, como o UpCode.Depois de instalado, clique no ícone correspondente ao programa no seu celular. A cÂmera será automaticamente acionadaassim que o aplicativo se abrir. Posicione a câmera em frente ao código, como se fosse fotografá-lo. O cleular emitirá um som assim que reconhecer o QR Code. Agora você está pronto para desvendar outros códigos espalhados por aí.

Para download para o computador

Para download pelo navegador do celular

Curioso sobre o mundo do QR Code? Baixe seu aplicativo e faça o teste!

Site em Português que cria QR Codes

Faça seu QR Code em uma camiseta

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SEO para jornalistas e redatores?

Andei lendo bastante esses dias sobre SEO (search engine optimization) e poucos jornalistas sabem o quão é importante para nós. O texto é o chamariz para o SEO. Escrever bem é o mínimo que se espera de um jornalista.

Muitos não sabem o que é SEO. Ok.

Bom, basicamente SEO são técnicas que tornam um site mais fácil de ser encontrado, melhorando seu reposicionamento – afinal, quem não quer aparecer na primeira página do google? Estatísticas mostram que ao realizar uma pesquisa no Google, 60% das pessoas clicam nos três primeiros resultados e 80% não vão para segunda página de resultados.

O jornalista e os redatores tem papel de extrema importância na otimização.  Ser indexado pela realidade da internet deve ser o foco do novo release, da nova configuração das Agências de Comunicação – as agências 2.0.

Para que seu texto seja “visto”, um texto bem escrito faz a diferença.

1- Título da notícia – Precisa ser relevante e conter o assunto principal da notícia: palavra-chave

2- Uma url clara, utilização dos padrões web, títulos de página racionais e a correta utilização das tags html que é linguagem utilizada para construir páginas web.

3- Tags diretas e certeiras

Esta realidade, entretanto, está mudando. Os jornais e revistas impressas que possuem suas versões online já perceberam que foram passados para trás. A “otimização” já é realidade ou tema obrigatório de reuniões em várias redações. O que falta ainda, muitas vezes, é a aplicação dos conceitos. Mas isso é uma questão de tempo e de concorrência. Marcelo Ribeiro

Não me espanta se a partir de agora algumas empresas começarem a buscar por candidatos com conhecimento em SEO para compor a sua equipe.

Conheça algumas ferramentas SEO que podem ajudá-lo no processo de otimização do seu site.

Livros sobre SEO em espanhol para download

 

Update

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Azul Linhas Áereas – um marketing que dá certo

Sábado, na minha conexão vindo para Porto Alegre percebi como o marketing de guerrilha utilizado pela Azul deu resultado. Não só pelo fato de 80% dos aviões no pátio em VCP serem da empresa.

Já tinha voado pela Azul, nada anormal ou diferente, ao contrário, passei raiva com um atraso de 6 horas em SDU. Nos ofereceram vouchers de R$200 que até hoje eu nunca recebi. Mas depois de alguns meses sem voar pela cia, vi muitas mudanças. Boas mudanças. A começar pelo número de totens em CNF para o check-in e a fila (minúscula por sinal) para despachar as bagagens. Para quem tem pressa, isso faz a diferença.

Quem me conhece sabe que eu gosto muito de aviação e sou metida a entender. Leio, procuro me informar e participo de fóruns de discussão. Sou uma piloto frustrada. Mas vou explicar porque a Azul tem me chamado a atenção.

O início

A Azul é uma empresa relativamente nova no país (2 anos) e abocanhou o terceiro lugar entre as maiores companhias brasileiras, tirando o lugar da então Ocean Air (que, por uma tentativa de reestruturação, passou a ser Avianca, “a mãe rica” com base no México).

A empresa viu no marketing sua grande chance de crescer. Muitos profissionais tem medo, em pleno ano 2010, de apostar suas fichas no marketing e em uma comunicação bem elaborada e planejada. Não vejo isso na Azul. Para começar, a empresa entrou no mercado brasileiro com aeronaves brasileiras (Embraer), na estratégia “o melhor do Brasil são os brasileiros”.

A escolha do nome teve direito a hotsite, votação e passagens aéreas vitalícias para as duas pessoas que sugeriram os nomes mais votados pelos internautas: Azul e Samba (No ato imaginei: Voe Samba – A cia aérea das Mulatas Brasileiras ????????). A cada novo trecho inaugurado, a empresa criou uma nova promoção e batizou a aeronave em questão. Por exemplo:  O Rio de Janeiro Continua Azul, Azulville, Céu Azul… Esses nomes estão pintados nas aeronaves.

Para quem passa fome em casa, não come no aeroporto e pensa que avião é restaurante, o serviço de bordo da Azul é excelente. Nada de barras de cereal. Snacks de vários tipos- doces e salgados, o amigo amendoim, o tradicional cafezinho, além de sucos e refrigerantes (em lata). Ano passado a Tam divulgou que gasta por pessoa cerca de R$15, fiquei bem curiosa sobre quanto a Azul gasta…

Em setembro/outubro do ano passado eu estava no Rio e a Azul lançou uma promoção relâmpago. Algo como “Rio 2016”. Quem comprasse ida-volta com a empresa pagaria R$16,00 pelo bilhete de ida. Ninguém acreditou. Como eu olho os sites das aéreas sagradamente todos os dias, peguei o bonde e comprei.SDU-POA.

Quem tem as pernas compridas como eu, (eu tenho 1, 18m de pernas) e sofre com os espaços entre as poltronas, a Azul tem o chamado “Espaço Azul”. Você paga X reais a mais e tem um espaço digno de rainha. Eu não paguei nada. Na cara de pau pedi a moça do check in para me colocar lá.

Os ônibus que vão de VCP para GRU tem wifi gratuito. Alguns E195 tem monitor individual com canais Globosat gravados. Para quem ama futebol como eu, pode assistir Sportv. O programa de fidelidade não dá pontos, mas descontos em dinheiro nos bilhetes que vão ser adquiridos. Perfeito para quem custa a juntar míseros 10 mil pontos/milhas.

Nas redes sociais

No início desse ano a Azul fez seu primeiro ataque nas redes sociais com canais no Youtube, Facebook, Orkut e Twitter – Por sinal, todos muito requisitados e pasmem, respondidos pelo eficiente setor de marketing liderado por Gianfranco Beting, com ajuda de Mark Neeleman (sobrinho do David Neelman?) e alguns estagiários made in USA. Foi a única empresa que me respondeu no Twitter e no Facebook. E olha que eu já tentei muitas vezes contato com outras empresas por esses canais.

A empresa lançou a Rede Social de viagens Viajamos.com e já lançou um desafio. Quem completasse o perfil, atualizasse as mídias e enviasse um email para o marketing ganharia um ticket de ida-volta pela empresa. Fiz tudo por curiosidade. Mandei o email no melhor estilo “só acredito vendo”. Ganhei o primeiro voucher e só acreditei quando eu voei. Mês passado o Viajamos.com lançou outra promoção. Quem alcançasse 250,500, 750 e 1000 amigos no site e enviasse um email com os dados, ganharia mais uma vez, um voucher de ida-volta. Eu ganhei 3. Fora os que eu ganhei para a minha mãe, etc.

Não, a Azul não me pagou para escrever isso. Viajo muito, já fui muito mal atendida por outras companhias (novidade!) por pouco. As únicas cias que eu não tive problema foram a Ocean Air – eu adoro o atendimento deles – e a Azul, que mesmo com um baita atraso, povão quebrando o check in, a culpa não foi deles. Afinal, quem manda no tempo?

Atualmente no mercado das cias áereas no país, o Brasil não tem nenhuma empresa tão atuante nas redes sociais e que tenta a aproximação com o cliente.  E que interage.

Um marketing de guerrilha que respeita o consumidor e dá certo.

Por Polyanna Rocha

A migração das empresas para as redes sociais

É certo de que as redes sociais podem trazer retorno às empresas – negativo ou não.
Os candidatos a Presidência da República, órgãos dos governos e grandes multinacionais utilizam das redes sociais para se aproximarem do público-alvo. Barack Obama ganhou fama mundial durante a corrida presidencial americana em 2008 com seus milhões de seguidores no Twitter e seus posts no Facebook. As maiores empresas do mundo (Google, Fiat, Dell…) e do país (Unilever, Tam, Rede Globo) já estão presentes e ativas no ciberespaço das redes sociais.

Em um futuro não tão distante, todo esse público que hoje é jovem e acessa massivamente a internet vai se tornar consumidor. Ou seja, um marketing bem feito e que fortalece a marca nas redes sociais só tem a trazer benefícios.
Com o advento das redes sociais no país, o marketing boca-a-boca ganhou as ondas da Internet. Se você compra um produto e não está satisfeito, basta recorrer à empresa por meio do Orkut, Facebook, Twitter, Formspring.me…

Liberdade para Participar e Participar quando convém
As facilidades do uso das redes sociais vão além da participação do usuário. Do conceito de que “você é o que você compartilha”, o qual já falei sobre aqui,as empresas não demoraram para perceber o enorme potencial dos cliques nas redes sociais.

A primeira função da comunicação digital é a interação, fazer com que a empresa se aproxime dos usuários. Se você tem um relacionamento positivo com seus clientes na web, acaba tendo também melhorias de imagem e reputação.  Carolina Terra*

*Doutora em interfaces sociais da comunicação pela USP e autora do livro Blogs corporativos: modismo ou tendência?

Por Polyanna Rocha

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Web 2.0: um universo que precisa ser mais explorado pela educação

A Internet e seu uso na Educação*

Porque as tecnologias não são tão exploradas na educação? Sabe-se que no Brasil, o governo trabalha arduamente em um projeto de Inclusão Digital, voltado a população sem recursos financeiros.

Vivendo na cibercultura torna-se necessário considerar a posição de Castells (2003) ao se referir à Internet como a transformação tecnológica que resume o conjunto de transformações da sociedade da informação, ressaltando que tudo que é significativo hoje passa pela Internet e que as pessoas que não têm acesso a ela permanecem excluídas do que é importante, assim sendo, não se pode aceitar que o professor permaneça afastado da Internet e que esta tecnologia não esteja presente na sala de aula da cibercultura.

De acordo com pesquisa[1] realizada pela Intel[2] entre as classes A, B e C, confirma que a principal razão para ter um computador pessoal em casa é a educação, considerada como resposta única. Mas em conjunção com outras respostas, navegar na Internet e se comunicar ganham importância similar.

O Programa Inclusão Digital [3]– PSID, desenvolvido pelo Governo Brasileiro, busca promover a inclusão digital e social das comunidades excluídas do universo das Tecnologias da Comunicação e Informação, chamado pelo Governo pela sigla TCI. Este programa facilita o crédito aos brasileiros que querem adquirir um computador pessoal.

A interatividade cada vez maior dos meios de comunicação exige o desenvolvimento de habilidades específicas as pessoas que dela fazem uso. Caso contrário, aparecerá uma nova forma de exclusão social: o analfabetismo dos meios de comunicação. Tendência para os próximos anos, já que, segundo a pesquisa citada acima, 80% dos que responderam já ouviram falar sobre a Internet, mas não sabem muito sobre a Web.

Educação versus os aspectos da Web

A educação com hipertextos possibilita ações de decisão ao estudante, que é o responsável pela seleção e produção de caminhos (através dos links) e de informações. Não que a escola leve a exclusão, os textos lineares com que trabalha tradicionalmente, mas uma associação maior, a este sistema, de outras linguagens tecnológicas e comunicacionais que permitam ao usuário (no caso o aluno) a seleção, busca e mixagem de informações, de situações de aprendizagem e, conseqüentemente, o diálogo com a realidade atual.

Interatividade e participação. Essa relação com a Web 2.0 permite ao usuário assumir o papel de sujeito. Para Gutiérrez Martín (2002), os novos sistemas multimídias são quase humanos, pois possibilitam uma relação próxima de diálogo e comunicação exclusiva dos indivíduos. Um aluno não consegue se relacionar com os textos dados em sala de aula da mesma forma o qual ele interage com as redes sociais o qual freqüenta. As redes sociais o permitem realizar a interação com os amigos virtuais e ser sujeito da situação. O usuário é estimulado a querer participar, a discutir e compartilhar as descobertas com os amigos.

Assim como as ferramentas da Web 2.0, as redes sociais oferecem um imenso potencial pedagógico. Elas possibilitam o estudo em grupo, troca de conhecimento e aprendizagem colaborativa. Uma das ferramentas de comunicação existentes em quase todas as redes sociais são os fóruns de discussão. Os membros podem abrir um novo tópico e interagir com outros membros compartilhando ideias. O aluno pode ser estimulado pela possibilidade de formar e  trocar conhecimentos online.

Hipertextualidade. O hipertexto das redes sociais é estruturada em nós, com abundância de informações, imagens, janelas, caminhos e linguagens que os textos escolares não possibilitam. O texto virtual permite associações, mixagens, e faz com que o usuário tenha diferentes opções de escolha, seja sujeito em busca da complexidade de informações/caminhos que, na maioria dos processos escolares, não é usual. A complexidade do mundo moderno não está presente nos ensinamentos da sala de aula.

As relações de causa e efeito, a aprendizagem tem significação diferente quando o aluno é usuário das plataformas digitais. Ele busca vencer imprevistos o qual ele está acostumado na Web, descobrir alternativas que o tornem mais competente em suas escolhas e decisões.

Assim como as ferramentas da Web 2.0, as redes sociais oferecem um imenso potencial pedagógico. Elas possibilitam o estudo em grupo, troca de conhecimento e aprendizagem colaborativa. Uma das ferramentas de comunicação existentes em quase todas as redes sociais são os fóruns de discussão. Os membros podem abrir um novo tópico e interagir com outros membros compartilhando ideias. O aluno pode ser estimulado pela possibilidade de formar e  trocar conhecimentos online.

Apesar desse domínio pela grande maioria das crianças e jovens, acredito ser responsabilidade da escola auxiliar no entendimento e reflexão sobre o que está presente nas mensagens tecnológicas, encaminhando a percepção do que está por trás das linguagens, na maioria das vezes, ícones. A escola, assim, possibilita que os alunos, “agentes sociais por natureza, mergulhem na realidade das imagens/mensagens, procurando, primeiramente, compreendê-las pelas experiências, para depois proceder ao distanciamento reflexivo e pensar sobre elas” (Porto, 2000,p. 130).

Por Polyanna Rocha

*Este texto é uma parte do pré-projeto que foi desenvolvido para minha apresentação à candidatura ao mestrado Euromime – Mestrado Europeu em Engenharia de Mídias para a Educação, 2010/2012.


[1] Disponível em http://www.estadao.com.br/arquivo/tecnologia/2006/not20060529p70371.htm

[2] Intel é marca registrada da Intel Corporation ou suas subsidiárias nos Estados Unidos e outros países. www.intel.com

[3] Disponível em www.inclusaodigital.gov.br/

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Mas o que é a tal de Mídia Social?

O que um profissional de mídias sociais precisa mostrar para seu futuro contratante? Um currículo bem escrito, recheado de grandes (frustradas ou não) experiências e… ser um heavy user de Internet. Mas como colocar sua experiência em mídias sociais no cv? Quase impossível. Acredito na individualidade e obviamente, no networking. No social media world, “Você é aquilo que você compartilha”.

As redes sociais já recebem visitas de 18,5 milhões de pessoas no Brasil num único mês (IBOPE//NetRatings, Maio 2008) – quase 50% do número de usuários brasileiros que acessam a Internet por qualquer meio (cerca de 41 milhões de pessoas).

Certa vez me candidatei a uma vaga de Social Media Manager. A empresa pedia um candidato formado em Comunicação, inglês fluente e usuário de mídias sociais. Ok – eu pensei. Mas como seria meu cv? Enviaria meu link do Meadicione.com e, então, estaria no páreo?

Mas o que é a tal de Mídia Social?

Para alguns basta um perfil no Orkut. Para outros algumas intervenções em blogs e postagens no twitter bastam.

Mídia Social vai muito além. Posso dizer que o jornalzinho que eu fazia durante o ensino médio com alguns amigos do colégio era uma mídia social. O mural onde colocávamos fotos das viagens em turma ou recados dos professores era mídia social. Ambos informavam. E eram um tipo de comunicação feito por pessoas.

Mídia: qualquer meio de comunicação em massa, nesse caso, a Internet 

Social: qualquer coisa que o homem possa fazer

Ou seja; mídia social: ferramentas de comunicação utilizadas por pessoas. E feitas por pessoas. Quer ser um especialista em mídia social? Colora por fora das linhas. Escreva mais posts do que você costuma fazer, escreva mensagens curtas. Ignore todas as regras. Compartilhe. E o principal: saiba o que isso significa.

Por Polyanna Rocha

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